
Livro
A Profecia dos Dois Lobos
A Profecia dos Dois Lobos é o primeiro volume das Crónicas de Naznir, uma história de fantasia portuguesa repleta de coragem, descoberta, escolhas e sacrifício, onde a magia fervilha na ponta dos dedos dos herdeiros do Trapaceiro.
Sinopse
Numa terra onde os feiticeiros são perseguidos e purificados pelo fogo para devolver o poder a Aesther, a Deusa Enganada, Kathryn, uma jovem cuja mente fervilha de sonhos e anseios por uma aventura grandiosa, luta pelo direito de poder fazer as suas escolhas.
O seu destino é abruptamente alterado quando se vê prisioneira de um mestre feiticeiro num castelo deserto. Com o passar do tempo, Kathryn dá por si cada vez mais apaixonada, quer pelo mundo que lhe é desvendado, onde os feiticeiros tentam sobreviver a uma religião implacável e cruel, quer pelo castelo onde agora vive e pelo que, ou quem, este encerra.
Tudo parece piorar quando descobre que uma terrível profecia paira sobre o jovem feiticeiro cujo olhar, cheio de sombras e mistério, não lhe sai do pensamento nem do coração. Kathryn está decidida a não deixar que a profecia se realize mas o que poderá uma rapariga, sem qualquer magia, fazer, quando todos parecem mais fortes e poderosos?
Ficha editorial
ISBN: 9789897736322
Editora: Saída de Emergência
Blurbs
Uma história forte e única, onde a luta pela escolha é rodeada por romance e magia. Uma nova grande voz no género da fantasia portuguesa.
— Joana Aguiar
poor_unfortunate_meUma história envolvente onde a magia e a paixão se entrelaçam a cada página tecendo uma narrativa que captura o coração de um leitor desde o primeiro capítulo. Um livro fascinante repleto de emoções intensas.
— Soraia Couto
booksbysolA história de Kathryn transportou-me de volta aos livros de fantasia que conquistam desde os primeiros capítulos e deixam saudade na última página. Uma combinação perfeita entre romance e magia!
— Catarina Azevedo
mais_que_lerAmostra
Escolhas. Comecei a odiá-las e aprendi a temê-las. Foram as escolhas que me trouxeram até aos portões de Salkire, foram as escolhas que provocaram esta situação e sei que, hoje, as minhas escolhas vão voltar a moldar o rumo da história de Naznir.
Não é um dia normal em Salkire. As ruas da capital estão desertas e não corre uma única brisa, mas está frio. O som dos cascos do meu cavalo a baterem no chão empedrado é a única coisa que perturba o silêncio.
Sem surpresa, assim que me aproximo do largo principal, o som do burburinho de uma multidão excitada magoa-me os ouvidos. Já não estou habituado a estar entre pessoas.
Ergo o olhar para o topo da escadaria do templo que, juntamente com a do palácio, desemboca na maior e mais central praça da cidade, e lá estão elas, tal como as imaginei.
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